DES‑II
A DES‑II foi desenvolvida pelos psiquiatras norte-americanos Eve Bernstein-Carlson e Frank Putnam em 1986. A versão original (DES) passou por anos de validação clínica e, em 1993, foi refinada na DES‑II, com propriedades psicométricas aperfeiçoadas.
A escala foi traduzida para dezenas de idiomas e é um dos instrumentos mais citados em pesquisas clínicas sobre dissociação no mundo. A adaptação brasileira foi conduzida por Fiszman, Marques, Berger e Figueira (2004).
Dissociação é uma ruptura na integração habitual da consciência, da memória, da percepção e da identidade. Em sua forma leve é familiar a todos: «desligar» mentalmente durante uma conversa, não se lembrar do trajeto rotineiro até o trabalho, «se perder» em um livro envolvente.
Em sua forma intensa, a dissociação está com frequência ligada ao estresse vivido ou ao trauma psicológico. O teste avalia três áreas:
A DES‑II é um instrumento de triagem, não diagnóstico. É clinicamente significativo um escore médio ≥ 30% (segundo Carlson & Armstrong, 1994).
Responda baseando-se em experiências fora da influência de álcool, drogas ou medicamentos.
Este questionário contém 28 perguntas sobre experiências que podem ocorrer na vida cotidiana.
Importante: trata-se apenas de experiências que ocorrem sem a influência de álcool, drogas ou medicamentos.
Para cada pergunta, escolha o percentual de tempo em que você vivencia essa experiência: de 0% (nunca) a 100% (sempre).

