ECR-R

Experiences in Close Relationships — Revised
Experiências em Relacionamentos Próximos — Revisado
Fraley, Waller & Brennan, 2000 · adaptação BR Natividade & Shiramizu, 2015
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Sobre o teste

ECR-R (Experiences in Close Relationships — Revised) é a versão revisada do questionário para avaliação do estilo de apego em relacionamentos românticos. Foi desenvolvido pelos psicólogos Fraley, Waller e Brennan em 2000, com base na teoria do apego de John Bowlby e Mary Ainsworth. A adaptação para o português brasileiro foi realizada por Natividade e Shiramizu (2015).

O teste mede duas dimensões principais do apego: ansiedade (medo da rejeição e necessidade de aprovação) e evitação (desconforto com a proximidade e a dependência). A combinação dessas duas escalas define um dos quatro estilos de apego.

Quatro estilos de apego
Estilo seguro
Baixa ansiedade, baixa evitação. Conforto com proximidade e independência.
😰
Estilo ansioso
Alta ansiedade, baixa evitação. Medo da rejeição, necessidade de confirmação.
🧊
Estilo evitativo
Baixa ansiedade, alta evitação. Desconforto com a proximidade, autossuficiência.
🌪️
Estilo amedrontado
Alta ansiedade, alta evitação. Deseja proximidade, mas tem medo dela.
Importante saber
Limitações: o ECR-R é um instrumento de triagem para autoconhecimento, e não um diagnóstico clínico. Os resultados são melhor compreendidos quando discutidos com um psicólogo ou terapeuta.

Este questionário avalia seu estilo de apego em relacionamentos românticos.

Instruções: avalie cada afirmação em uma escala de 7 pontos — o quanto ela descreve como você costuma se sentir em relacionamentos românticos. Responda de modo geral, não apenas sobre o relacionamento atual.

1Discordo
totalmente
2
3
4Neutro
5
6
7Concordo
totalmente
1
Tenho medo de perder o amor do(a) meu(minha) parceiro(a).
2
Frequentemente me preocupo que meu(minha) parceiro(a) não queira ficar comigo.
3
Frequentemente me preocupo que meu(minha) parceiro(a) realmente não me ame.
4
Preocupo-me que meu(minha) parceiro(a) se importe menos comigo do que eu me importo com ele(a).
5
Frequentemente desejo que os sentimentos do(a) meu(minha) parceiro(a) por mim sejam tão fortes quanto os meus por ele(a).
6
Preocupo-me muito com meus relacionamentos.
7
Quando meu(minha) parceiro(a) está fora do meu campo de visão, preocupo-me que ele(a) possa se interessar por outra pessoa.
8
Quando demonstro meus sentimentos, tenho medo de que meu(minha) parceiro(a) não retribua.
9
Raramente me preocupo com a possibilidade de meu(minha) parceiro(a) me deixar.
10
Meu(minha) parceiro(a) me faz duvidar de mim mesmo(a).
11
Não me preocupo muitas vezes com a possibilidade de ser abandonado(a).
12
Sinto que meu(minha) parceiro(a) não quer se aproximar tanto quanto eu gostaria.
13
Às vezes os(as) parceiros(as) mudam de atitude em relação a mim sem motivo aparente.
14
Meu desejo de proximidade às vezes assusta as pessoas.
15
Tenho medo de que, quando meu(minha) parceiro(a) me conhecer de verdade, não goste de quem eu sou.
16
Fico irritado(a) por não receber do(a) meu(minha) parceiro(a) o carinho e o apoio de que preciso.
17
Preocupo-me em não corresponder às expectativas.
18
Meu(minha) parceiro(a) só me percebe quando estou com raiva.
19
Prefiro não mostrar ao(à) meu(minha) parceiro(a) o que realmente sinto.
20
Sinto-me à vontade para compartilhar com meu(minha) parceiro(a) meus pensamentos e sentimentos.
21
Tenho dificuldade em permitir que eu dependa do(a) meu(minha) parceiro(a).
22
Sinto-me muito confortável em ser próximo(a) do(a) meu(minha) parceiro(a).
23
Não me sinto à vontade para me abrir com meu(minha) parceiro(a).
24
Prefiro não me aproximar demais do(a) meu(minha) parceiro(a).
25
Fico tenso(a) quando meu(minha) parceiro(a) quer ficar muito próximo(a).
26
É relativamente fácil para mim me aproximar do(a) meu(minha) parceiro(a).
27
Aproximar-me do(a) meu(minha) parceiro(a) não é difícil para mim.
28
Costumo conversar com meu(minha) parceiro(a) sobre meus problemas e preocupações.
29
Quando estou em um momento difícil, ajuda recorrer ao(à) meu(minha) parceiro(a).
30
Conto ao(à) meu(minha) parceiro(a) praticamente tudo.
31
Discuto vários assuntos com meu(minha) parceiro(a).
32
Fico tenso(a) quando meu(minha) parceiro(a) fica muito próximo(a) de mim.
33
Sinto-me à vontade para depender do(a) meu(minha) parceiro(a).
34
É fácil para mim depender do(a) meu(minha) parceiro(a).
35
É fácil para mim demonstrar afeto ao(à) meu(minha) parceiro(a).
36
Meu(minha) parceiro(a) realmente me entende e entende minhas necessidades.
© ECR-R · Fraley, Waller & Brennan (2000) · Journal of Personality and Social Psychology, 78(3), 350–365 · adaptação BR: Natividade & Shiramizu (2015)