ECR-R

Teste de estilo de apego «Experiências em Relações Próximas» (ECR-R)

Este teste mostra seu estilo de apego nas relações íntimas – seguro, ansioso, evitativo ou desorganizado – e as duas dimensões que o formam: ansiedade (medo de rejeição) e evitação (dificuldade com a intimidade). 36 perguntas, cerca de 7 minutos. Resultado com gráfico e interpretação – na hora. Se o que ele mede se reconhece na vida, e não só nos pontos, – psicólogo de relacionamentos – como é o trabalho.

Experiences in Close Relationships – Revised
Experiências em Relacionamentos Próximos – Revisado
Fraley, Waller & Brennan, 2000 · JPSP, 78(2), 350–365 · versão completa (36 itens), tradução de trabalho
📖 Que instrumento é este e o que ele mostra Como funciona, limitações, fontes – em página separada →
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Sobre o teste

ECR-R (Experiences in Close Relationships – Revised) é a versão revisada do questionário para avaliação do estilo de apego em relacionamentos românticos. Foi desenvolvido pelos psicólogos Fraley, Waller e Brennan em 2000, com base na teoria do apego de John Bowlby e Mary Ainsworth. A adaptação para o português brasileiro foi realizada por Natividade e Shiramizu (2015).

O teste mede duas dimensões principais do apego: ansiedade (medo da rejeição e necessidade de aprovação) e evitação (desconforto com a proximidade e a dependência). A combinação dessas duas escalas define um dos quatro estilos de apego.

Quatro estilos de apego
✅
Estilo seguro
Baixa ansiedade, baixa evitação. Conforto com proximidade e independência.
😰
Estilo ansioso
Alta ansiedade, baixa evitação. Medo da rejeição, necessidade de confirmação.
🧊
Estilo evitativo
Baixa ansiedade, alta evitação. Desconforto com a proximidade, autossuficiência.
🌪️
Estilo amedrontado
Alta ansiedade, alta evitação. Deseja proximidade, mas tem medo dela.
Importante saber
Limitações: o ECR-R é um instrumento de triagem para autoconhecimento, e não um diagnóstico clínico. Os resultados são melhor compreendidos quando discutidos com um psicólogo ou terapeuta.

Este questionário avalia seu estilo de apego em relacionamentos românticos.

Instruções: avalie cada afirmação em uma escala de 7 pontos – o quanto ela descreve como você costuma se sentir em relacionamentos românticos. Responda de modo geral, não apenas sobre o relacionamento atual.

1Discordo
totalmente
2
3
4Neutro
5
6
7Concordo
totalmente
1
Tenho medo de perder o amor do(a) meu(minha) parceiro(a).
2
Frequentemente me preocupo que meu(minha) parceiro(a) não queira ficar comigo.
3
Frequentemente me preocupo que meu(minha) parceiro(a) realmente não me ame.
4
Preocupo-me que meu(minha) parceiro(a) se importe menos comigo do que eu me importo com ele(a).
5
Frequentemente desejo que os sentimentos do(a) meu(minha) parceiro(a) por mim sejam tão fortes quanto os meus por ele(a).
6
Preocupo-me muito com meus relacionamentos.
7
Quando meu(minha) parceiro(a) está fora do meu campo de visão, preocupo-me que ele(a) possa se interessar por outra pessoa.
8
Quando demonstro meus sentimentos, tenho medo de que meu(minha) parceiro(a) não retribua.
9
Raramente me preocupo com a possibilidade de meu(minha) parceiro(a) me deixar.
10
Meu(minha) parceiro(a) me faz duvidar de mim mesmo(a).
11
Não me preocupo muitas vezes com a possibilidade de ser abandonado(a).
12
Sinto que meu(minha) parceiro(a) não quer se aproximar tanto quanto eu gostaria.
13
Às vezes os(as) parceiros(as) mudam de atitude em relação a mim sem motivo aparente.
14
Meu desejo de proximidade às vezes assusta as pessoas.
15
Tenho medo de que, quando meu(minha) parceiro(a) me conhecer de verdade, não goste de quem eu sou.
16
Fico irritado(a) por não receber do(a) meu(minha) parceiro(a) o carinho e o apoio de que preciso.
17
Preocupo-me em não corresponder às expectativas.
18
Meu(minha) parceiro(a) só me percebe quando estou com raiva.
19
Prefiro não mostrar ao(à) meu(minha) parceiro(a) o que realmente sinto.
20
Sinto-me à vontade para compartilhar com meu(minha) parceiro(a) meus pensamentos e sentimentos.
21
Tenho dificuldade em permitir que eu dependa do(a) meu(minha) parceiro(a).
22
Sinto-me muito confortável em ser próximo(a) do(a) meu(minha) parceiro(a).
23
Não me sinto à vontade para me abrir com meu(minha) parceiro(a).
24
Prefiro não me aproximar demais do(a) meu(minha) parceiro(a).
25
Sinto-me desconfortável quando meu(minha) parceiro(a) quer ficar muito próximo(a).
26
É relativamente fácil para mim me aproximar do(a) meu(minha) parceiro(a).
27
Aproximar-me do(a) meu(minha) parceiro(a) não é difícil para mim.
28
Costumo conversar com meu(minha) parceiro(a) sobre meus problemas e preocupações.
29
Quando estou em um momento difícil, ajuda recorrer ao(à) meu(minha) parceiro(a).
30
Conto ao(à) meu(minha) parceiro(a) praticamente tudo.
31
Discuto vários assuntos com meu(minha) parceiro(a).
32
Fico nervoso(a) quando parceiros(as) ficam próximos(as) demais de mim.
33
Sinto-me à vontade para depender do(a) meu(minha) parceiro(a).
34
É fácil para mim depender do(a) meu(minha) parceiro(a).
35
É fácil para mim demonstrar afeto ao(à) meu(minha) parceiro(a).
36
Meu(minha) parceiro(a) realmente me entende e entende minhas necessidades.
© ECR-R · Fraley, Waller & Brennan (2000) · Journal of Personality and Social Psychology, 78(3), 350–365 · adaptação BR: Natividade & Shiramizu (2015)
Perguntas frequentes
O que é o teste ECR-R?▾
O ECR-R (Experiences in Close Relationships – Revised) é um questionário de 36 perguntas para identificar o estilo de apego em relacionamentos íntimos. Mede dois parâmetros: ansiedade do apego e evitação da proximidade.
Quais estilos de apego o teste identifica?▾
Quatro estilos: seguro (baixa ansiedade, baixa evitação), ansioso (alta ansiedade, baixa evitação), evitativo (baixa ansiedade, alta evitação) e desorganizado (alto nos dois parâmetros).
É possível mudar o próprio estilo de apego?▾
Sim. O estilo de apego não é uma sentença. Ele se forma na infância, mas pode mudar por meio da tomada de consciência, da relação terapêutica e do trabalho com um psicólogo. O primeiro passo é entender o seu padrão atual.
Para que serve conhecer o próprio estilo de apego?▾
O estilo de apego influencia todos os relacionamentos próximos: amorosos, de amizade e até os de trabalho. Compreender o próprio padrão ajuda a perceber os roteiros que se repetem e a começar a mudá-los.