IES‑R
A IES‑R (Impact of Event Scale — Revised) foi desenvolvida por Daniel Weiss e Charles Marmar em 1997 como uma versão ampliada da escala original IES (Horowitz et al., 1979). Os autores acrescentaram a subescala de hiperexcitação, alinhando o instrumento aos critérios diagnósticos do TEPT segundo o DSM‑IV.
A versão brasileira foi adaptada transculturalmente por Caiuby, Lacerda, Quintana, Torii e Andreoli (2012), sendo amplamente utilizada em pesquisas clínicas e na prática psicológica no Brasil.
O teste avalia o sofrimento subjetivo em resposta a um evento traumático específico, em três subescalas:
Para as subescalas, a interpretação baseia-se no escore médio: ≥ 3 — alto, 2–2,99 — moderado, 1–1,99 — leve, < 1 — baixo.
A IES‑R é aplicada para avaliar o sofrimento subjetivo após qualquer evento estressor identificado: perda de um ente querido, acidente, trauma médico, violência, desastre natural, conflito armado etc.
O teste avalia o estado dos últimos 7 dias e pode ser reaplicado para monitorar a evolução. O preenchimento leva de 5 a 10 minutos.
Abaixo estão listadas dificuldades que as pessoas às vezes apresentam após vivenciarem um evento estressor. Por favor, leia cada afirmação e indique o quanto cada uma destas dificuldades o(a) incomodou durante os últimos 7 dias em relação ao evento estressor vivenciado.
Não gaste muito tempo em cada afirmação — geralmente a primeira resposta é a mais precisa.

